Conheça os cursos de pós-graduação em uroginecologia e obstetrícia

A Uroginecologia e Obstetrícia é uma área relativamente nova. No entanto, essa especialidade vem fazendo a diferença na vida de muitas mulheres, nas mais diversas fases da vida, da infância à terceira idade.

O foco desse profissional está no assoalho pélvico feminino, mais conhecido como períneo – um conjunto de treze músculos que garante a sustentação dos órgãos pélvicos.

O funcionamento desses músculos, fáscias e ligamentos, tem implicância nas funções sexuais, urinárias reprodutivas, impactando a qualidade de vida das mulheres em vários momentos da vida.

Sendo assim, como o aumento do protagonismo feminino na sociedade, é natural que especialidades ligadas à saúde da mulher ganhem cada vez mais visibilidade. No entanto, muitos profissionais ainda têm dúvidas sobre o curso de pós-graduação na área, como é a grade, quem pode fazer, quais as razões para especializar-se na área. São muitas questões.

Pensando nisso, elaboramos este artigo completo sobre o tema, como um guia sobre a especialização na área e sua importância. Confira!

O que é o curso de pós-graduação em uroginecologia e obstetrícia?

Ginecologia é a especialidade focada na saúde da mulher, envolvendo o diagnóstico e tratamento das doenças do aparelho reprodutor feminino. Já a obstetrícia diz respeito especificamente ao estudo da reprodução humana, acompanhando as questões relativas à fertilidade feminina, gestação, parto, puerpério e amamentação.

Ambas especialidades combinadas oferecem inúmeras oportunidades de atuação aos mais diversos profissionais da área de saúde, como enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas, além de médicos, é claro. A área tem alta empregabilidade e é tradicionalmente uma das mais procuradas pelos médicos.

Quanto aos demais profissionais da área, o mercado está em expansão, principalmente devido à forte tendência de humanização do parto, abrindo oportunidades para enfermeiros e fisioterapeutas. Com isso, cursos de pós-graduação para esses profissionais vem ganhando força.

A associação com a urologia deu origem à uroginecologia, sub-especialidade da Ginecologia, relacionada ao tratamento do sistema urinário feminino, mas especificamente dos problemas urinários baixos, da bexiga e da uretra.

Resumidamente, o curso de Uroginecologia e Obstetrícia forma profissionais no cuidado das funções do assoalho pélvico feminino, considerando a relação próxima com os demais órgãos, como útero, vagina, reto e região perineal. Além de relacioná-la às consequências da gestação e do parto.

Quais profissionais podem se especializar nessa área?

Além dos médicos, enfermeiros e fisioterapeutas podem cursar especializações na área de Uroginecologia e Obstetrícia. Entretanto, a abordagem dos cursos e atuação de cada profissional no mercado é um pouco diferente, cada uma voltada ao seu campo profissional.

Enfermeiro

A atuação do enfermeiro nas áreas relativas à saúde da mulher, principalmente obstetrícia, envolve a assistência ao médico em diagnósticos e tratamentos, incluindo a realização de procedimentos em centros cirúrgicos, parto normal e cesárea e outros.

A enfermagem obstétrica tem um forte papel na busca pela assistência mais abrangente e humanizada, e engloba não só o atendimento à gestante, mas também o planejamento familiar e o pós-parto.

Uma das funções mais importantes desse profissional é a orientação dos pacientes, direcionando-os no sentido dos cuidados necessários e da promoção da saúde. Vale ressaltar o seu papel nas ações de conscientização e prevenção a respeito do câncer de colo de útero e de mama.

Com forte participação em partos cesáreos e normais de baixo risco, a formação do enfermeiro obstetra é mais completa que a do Obstetra (profissional graduado em Obstetrícia).

No caso do enfermeiro, é necessário uma pós-graduação na área para se tornar especialista. O curso compreende tudo que engloba o cuidado com a mulher e seu corpo, capacitando o profissional a atuar em UTIs, Pronto Socorros, Centros Cirúrgicos, Clínicas e Hospitais.

O curso de pós-graduação em Saúde da Mulher, por exemplo, forma enfermeiros com foco na humanização e cientificidade da assistência, aptos para a realização do parto normal — campo que vem crescendo muito com o aumento da conscientização a respeito do parto humanizado.

Participação no parto

A atuação do enfermeiro no parto humanizado é fundamental e insubstituível, uma vez que cabe a ele assegurar a associação entre o conhecimento científico e os saberes da mulher, garantindo-lhe a preservação de sua autonomia.

A postura empática do profissional de enfermagem contribui para a redução da ansiedade da paciente e proporciona mais conforto e segurança. A enfermagem focada na saúde da mulher vem garantindo uma assistência integral e diferenciada, que envolve acolhimento, capacidade e habilidade a serviço da experiência no processo, além de assegurar a manutenção das condições físicas e emocionais da parturiente.

Entretanto, é preciso desmitificar a imagem de atuação do enfermeiro obstétrico como restrita à gestação e ao parto. Cada vez mais os cursos evoluem no sentido de formar profissionais qualificados, capacitados e atualizados para promover atendimento integral à mulher em qualquer fase da vida.

Conteúdos abordados

O principal objetivo desse curso de pós-graduação é formar especialistas em saúde da mulher, considerando a cientificidade da assistência, sem perder o foco na humanização. 

Além disso, capacita os profissionais na identificação de riscos obstétricos e perinatais, de enfermidades e agravos ginecológicos. Sem deixar de lado os aspectos psicológicos envolvidos na assistência à mulher, como nos casos de doença grave, infertilidade, perda gestacional ou durante o parto, depressão pós-parto e vítimas de violência sexual.

Assim, os principais conteúdos abordados na especialização na área envolvem uma série de disciplinas médicas, como Anatomia e Fisiologia Feminina, Abordagem Sindrômica, Ginecologia, Fisiologia do parto, Obstetrícia Patológica, Perinatologia, Emergências e Terapia Intensiva, entre outras. 

Além disso, o curso aborda aspectos políticos, sociais, éticos e científicos a respeito da saúde da mulher, em disciplinas como Ética e Legislação, Mulher (Gênero, História, Protagonismo e Políticas de Saúde), Gestão de Serviços, Metodologia da Pesquisa Científica e mais. 

Fisioterapeutas

Embora seja uma área ainda pouco conhecida, a uroginecologia oferece um vasto campo de atuação aos fisioterapeutas. Do tratamento da disfunção fecal, urinária ou sexual ao fortalecimento da região pélvica de gestantes, favorecendo o trabalho de parto, as habilidades e conhecimentos em fisioterapia oferecem grande contribuição na reabilitação de pacientes com qualquer tipo de problema do assoalho pélvico.

A fisioterapia pélvica é reconhecida mundialmente e é a primeira opção em tratamento para todas as disfunções da pélvis, tanto feminina quanto masculina, em qualquer fase da vida, da infância à terceira idade.

O trabalho do profissional na área, envolve principalmente o fortalecimento da musculatura pélvica, por meio de exercícios específicos com o objetivo de retomar sua funcionalidade. No entanto, uma avaliação física com um especialista é primordial para o sucesso do tratamento.

Trata-se de uma especialidade relativamente nova, mas em expansão, que engloba o tratamento e prevenção de diversas condições urológicas, sexuais, reprodutivas e ginecológicas, por meio da reeducação funcional do assoalho pélvico.

Entre as principais condições tratadas pela fisioterapia pélvica estão a flacidez dos músculos pélvicos, que pode ocasionar prolapso uterino e da bexiga e incontinência urinária e fecal, além de urgência miccional, incontinência de gases e constipação.

Outras questões tratadas pela especialidade são as sexuais e reprodutivas, como:

• vaginismo: contração involuntária que impossibilita a penetração;

• dispareunia: dor na relação sexual;

• anorgasmia: dificuldades ou redução do orgasmo;

• frouxidão vaginal;

• recuperação pós-parto e cirurgias vaginais;

• dismenorréia: cólica menstrual.

Já com relação às práticas fisioterapêuticas utilizadas, destacamos algumas, conforme os sintomas e cada caso:

• exercício perineais;

• treinamento e fortalecimento da musculatura;

• terapia comportamental;

• calendário miccional;

• treinamento proprioceptivo;

• eletroestimulação;

• biofeedback;

• massagem perineal;

• ginástica hipopressiva;

• drenagem linfática;

• uso de cones;

• correção postural;

• liberação de aderências.

O atendimento é individual, indolor, personalizado e seguro, com resultados já nas primeiras semanas.

Tratamento da incontinência urinária e fecal

A musculatura do períneo exerce uma série de funções benéficas à saúde e ao bem-estar feminino, sendo a principal delas a manutenção da posição anatômica dos órgão pélvicos, atuando como uma rede de sustentação.

No entanto, os músculos pélvicos tendem a sofrer atrofia em função de vários fatores como falta de exercícios, excesso de peso, genéticos, hormonais, gestações múltiplas e menopausa. Com a flacidez, a sustentação dos órgãos pode ser comprometida. Como consequência ocorre o prolapso, ou seja, descida ou queda da bexiga ou do útero, ou de ambos.

Outro efeito dessa flacidez na região é a incontinência urinária, em que ocorre perda de urina em situações de esforço físico, ou riso intenso, por exemplo. Também pode se manifestar como uma vontade súbita para urinar, com dificuldades para inibir ou controlar (urgência miccional).

Já a incontinência fecal é resultado de flacidez no esfíncter anal, começa pela perda involuntária de gases e depois de fezes. Ambas as condições causam constrangimento na mulher e afetam sua qualidade de vida. Sem falar na influência sobre o ato sexual, que se torna mais difícil tanto para a mulher quanto para o seu parceiro, uma vez que reduz a sensação de pressão intravaginal.

A fisioterapia promove o fortalecimento da musculatura, bem como a conscientização e o treinamento da bexiga, que deve ser feito de forma ativa pelo paciente. Inicialmente, exercícios pélvicos podem ser realizados com acompanhamento clínico, porém, após o alcance e uma consciência mais ampla, podem ser realizados em casa.

Além dos exercícios, são utilizadas eletroestimulação e educação miccional. Outro aspecto essencial do tratamento é a reeducação postural. Com a pelve devidamente equilibrada, torna-se mais fácil a manutenção da posição das vísceras abdominais e o funcionamento dos órgãos de sustentação, contribuindo para a transmissão das pressões intra-abdominais de maneira correta.

Pacientes que passam por cirurgia de próstata também podem sofrer de incontinência urinária, sendo elegíveis ao tratamento fisioterapêutico por meio de técnicas que trabalham os músculos do assoalho pélvico masculino usando recursos eletroterápicos, capacitando o paciente a voltar a reter a urina.

Acompanhamento gestacional e preparação para o parto

O propósito principal da fisioterapia obstétrica é auxiliar a mulher a adequar-se às diversas mudanças físicas que ocorrem ao longo da gestação. Pouco conhecida, a fisioterapia pré-natal tem grande importância, preparando o corpo da mulher para o pré e pós-parto.

Além de identificar alguma alteração que cause desconforto e limitações, deve prevenir qualquer efeito inerente à gravidez, bem como tratar e reabilitar dores e lesões. Os benefícios do acompanhamento fisioterapêutico durante a gestação são muitos, da melhora do condicionamento físico e da circulação sanguínea à correção postural e relaxamento.

Diversas queixas comuns na gravidez, como câimbras, inchaço, dores na coluna e na pélvis e falta de ar são aliviados com a ajuda de exercícios aeróbicos, posturais e de fortalecimento da musculatura. Além disso, todos esses cuidados com o assoalho pélvico facilitam o parto natural e também a recuperação pós-parto.

A conscientização da musculatura pélvica somada à correta respiração é de grande valia durante as contrações expulsivas. Por isso, muitos ginecologistas obstetras têm indicado a fisioterapia para mães que desejam ter seus filhos por essa via de parto.

Já no pós-parto, o atendimento visa auxiliar a puérpera por meio de exercícios fisioterapêuticos, normas higiênicas, deambulação, cuidados com as mamas, estímulo ao aleitamento materno, recomendações posturais, regulação intestinal e urinária, retorno à atividade física e sexual, entre outros.

Atendimento a pacientes mastectomizadas

Por fim, o fisioterapeuta pode atuar no atendimento de pacientes submetidas à cirurgia para o tratamento de um tumor de mama. Ao retirar a mama ou parte dela, são removidos também nódulos linfáticos, com o intuito de evitar que o câncer se espalhe para as demais partes do corpo.

Sendo assim, a circulação linfática é afetada, originando alguns sintomas desagradáveis como edema nos braços, dor e comprometimento da mobilidade dos membros superiores causada pelo inchaço.

Nesse caso, o tratamento envolve o uso de técnicas de drenagem linfática, além de exercícios de reeducação postural para adequação à redistribuição do peso corporal.

Conteúdos abordados

O curso de pós-graduação em uroginecologia em obstetrícia tem foco na saúde da mulher, com atenção não apenas à gestante, mas aos demais aspectos do atendimento à mulher — sexualidade, incontinência urinária, pacientes mastectomizadas e outras.

Podemos destacar como principais objetivos:

• o aprofundamento de conhecimentos acerca das disfunções do assoalho pélvico e da fisiologia da gravidez e puerpério;

• discussão sobre a fisiopatologia das disfunções do aparelho genital e reprodutivo;

• reflexões a respeito da humanização do atendimento em Uroginecologia e Obstetrícia, envolvendo a ética e a bioética;

• introdução de noções de interdisciplinaridade na prática terapêutica em associação com os demais profissionais da saúde envolvidos.

Sendo assim, o curso é amplo, abrangendo muitas disciplinas, como Anatomia e Fisiologia, Fisiopatologia da Incontinência Urinária, Avaliação fisioterapêutica das disfunções pélvicas, Disfunções Miccionais na Infância e Tratamento, Abordagem fisioterapêutica nas Disfunções Sexuais Femininas, Disfunções Proctológicas, Oncologia Ginecológica, Gestação de baixo e alto risco, Fisioterapia Aquática no Pré-natal e Puerpério e Assistência no Parto e Puerpério, entre outras. 

A Faculdade IDE oferece o curso  em Salvador e Recife. Já a pós-graduação em fortaleza é em Fisioterapia Pélvica e Obstétrica.

Qual a importância da Uroginecologia?

Historicamente, e ainda hoje, as mulheres sofrem com atendimentos precários e acesso reduzido aos tratamentos necessários, tanto no período da gestação quanto em relação aos demais aspectos da saúde da mulher — sexualidade, menopausa, terceira idade.

Diversos fatores culturais e sociais, como o preconceito e a desigualdade de gênero contribuem para os desafios na assistência à população feminina, que é maioria (51,2%). Além disso, a expectativa de vida delas é maior que a dos homens.

Em virtude da morbidade e mortalidade relacionada à gravidez e ao parto e pós-parto, as ações materno infantis foram as primeiras a chamarem a atenção e serem contempladas pelas políticas públicas, na década de 80. No entanto, ainda hoje, ouvimos relatos sobre violência obstétrica.

Contudo, a mulher demanda um olhar que vá além da grávida. Por isso, em 2004, a Política Nacional de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PNAISM) abordou a necessidade de rediscutir as ações definidas nos anos 80, incluindo outras questões. A saber, prevenção do câncer de mama e uterino e de doenças sexualmente transmissíveis, climatério, planejamento familiar, atenção obstétrica humanizada, apoio às vítimas de violência sexual e abortamento em condições de insegurança, entre outras.

Mais especificamente, a Uroginecologia é de grande importância para as mulheres, auxiliando na melhora da qualidade de vida e bem-estar. Na terceira idade, as chances de problemas uroginecológicos são de 60%, impactando negativamente a vida sexual, familiar, social e econômica das mulheres.

As queixas variam de incontinência urinária e infecções de repetição à queda de útero, frouxidão vaginal e dor, com o agravante de todos eles causarem muito constrangimento para a paciente. Por isso, é importante buscar ajuda profissional, o tratamento pode ser medicamentoso, comportamental, fisioterápico ou cirúrgico.

Nesse sentido, o especialista em Uroginecologia e Obstetrícia pode fazer a diferença na vida dessas mulheres. O tratamento da incontinência urinária, por exemplo, a fisioterapia pélvica já alcançou a primeira escolha, de acordo com o ICS — Consenso Internacional, superando o uso de medicação.

5 motivos para estudar uroginecologia e obstetrícia

Diante da importância da especialidade e de sua expansão, levando à recente popularização, não faltam motivos para estudar Uroginecologia e Obstetrícia. Confira!

1. Vasto campo de atuação

O especialista em uroginecologia tem diversas possibilidades de atuação no mercado, do atendimento em hospitais, clínicas e maternidades, tanto em instituições públicas quanto provadas, ao atendimento em consultório e domiciliar.

Além disso, pode focar no atendimento e públicos específicos como grávidas, adolescentes, terceira idade, ou por área como obstetrícia, urologia, sexualidade, entre outras.

2. Reconhecimento e valorização

Por ser uma especialidade ainda pouco conhecida, porém já com uma boa demanda por atendimento, é uma das mais bem remuneradas. Entretanto, a remuneração não é a única forma de valorização, por envolver uma certa proximidade com a mulher, este profissional costuma ser plenamente reconhecido também por suas pacientes.

3. Mercado em expansão

Diante do crescimento do feminismo e do empoderamento da mulher, até mesmo as políticas públicas têm evoluído no sentido de incluir grupos como trabalhadoras rurais, mulheres negras, presidiárias, lésbicas, vítimas de violência e outros.

Assim, pacientes que não tinham acesso à assistência em saúde agora constituem uma nova demanda, envolvendo especificidades e peculiaridades no seu atendimento. Além de cada vez mais mulheres criarem coragem para buscar atendimento para questões de sexualidade, por exemplo.

4. Alta demanda

Como já mencionado, o aumento da conscientização sobre o parto e os cuidados pré-natais têm criado uma demanda específica por serviços de saúde direcionados à gestante e à preparação para o parto.

Além disso, com o envelhecimento da população, especialidades com a fisioterapia pélvica e neurofuncional estão em evidência. Entre as mulheres, aumenta a demanda pelos tratamentos uroginecológicos, devido à alta taxa de problemas do assoalho pélvico na terceira idade.

5. Realização pessoal

Por fim, trata-se de uma especialidade que permite grande realização pessoal. Ao participar ativamente de momentos tão importantes da vida da paciente, como a gravidez, o puerpério, a superação de um câncer, o trauma pós-abuso, entre outros.

Ajudar um paciente a superar momentos tão difíceis e delicados com êxito, auxiliar uma mulher no parto, promover a cura de uma disfunção sexual ou urinárias, proporcionando qualidade de vida e bem-estar, são ações recompensadoras.

Qual o papel da especialização na carreira do profissional de saúde?

Em um mundo onde as mudanças acontecem diariamente, a atualização e especialização profissional são cada vez mais valorizadas no mercado. Na área da saúde, em que os avanços científicos são frequentes e o impacto da tecnologia é notável, isso se torna ainda mais flagrante.

Sendo assim, ter uma qualificação profissional diferenciada ajuda o profissional de saúde a conquistar o seu lugar no mercado de trabalho, ampliando suas oportunidades de atuação e também sua remuneração.

Nesse cenário, a especialização profissional é essencial, pois ela compreende o ensino aprofundado de determinada especialidade, além de focar na prática. Se hoje muito mais estudantes têm acesso à graduação, é natural que seja necessário se especializar para se destacar.

Dessa forma, podemos citar inúmeras vantagens de cursar uma pós-graduação em saúde, como aumentar as chances de conseguir cargos e empregos melhores, consequentemente com salários mais altos, e melhorar a qualificação profissional e a gestão de carreira.

Além disso, uma especialização aumenta a autoconfiança na execução das tarefas cotidianas da profissão, possibilita o networking e melhora a imagem do profissional junto aos pacientes.

Seja no campo da Obstetrícia ou nas outras vertentes da Ginecologia e Urologia, uma pós-graduação na área pode alavancar a carreira de um enfermeiro ou fisioterapeuta, abrindo diversos caminhos a se trilhar.

Assim, a área de Saúde da Mulher tem grandes atrativos para profissionais, tanto pelo aprimoramento técnico-científico que abrange quanto pelo valor social e político. A especialização em Uroginecologia e Obstetrícia oferece inúmeras possibilidades de atuação profissional, boa remuneração e realização pessoal.

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