Artigo | As Publicações Científicas sobre Insuficiência Renal Crônica

Em estágios iniciais, a doença renal crônica pode ser detectada por exames laboratoriais simples, de baixo custo e o tratamento pode impedir ou retardar a evolução para estágios mais avançados. Porém, quando há redução progressiva da taxa de filtração glomerular leva-se à Insuficiência Renal Crônica.

A partir desta realidade, diversos estudos e pesquisas abordam várias temáticas com base nessa doença crônica. E o artigo Estudo da Produção Científica de uma Revista Brasileira Especializada em Nefrologia com Ênfase na Insuficiência Renal Crônica, de Agda Noemia Barreto dos Santos (pós-graduada pelo IDE em Enfermagem em Nefrologia), faz um levantamento e análise dessas temáticas.

Este artigo tem como intuito de fazer um levantamento que possa apresentar quais questões ainda precisam ser mais abordadas em novas pesquisas. De modo que possam auxiliar estudantes e profissionais de Saúde a ampliar seus conhecimentos sobre a Insuficiência Renal Crônica.

RESUMO

A doença renal crônica (DRC) assumiu o status de problema de saúde pública com relevância expressiva em sua prevalência entre a população mundial, causando grande impacto na morbimortalidade dos indivíduos acometidos. A redução progressiva da taxa de filtração glomerular (TFG) leva à Insuficiência Renal Crônica (IRC), sendo assim irreversível a sua recuperação. O presente estudo objetivou apresentar um levantamento da produção científica sobre IRC publicada numa revista brasileira especializada em nefrologia, verificando as temáticas em questão, local do estudo, ano de publicação e tratamento abordado. Utilizou-se como método a revisão integrativa, baseando-se em produções advindas do Jornal Brasileiro de Nefrologia (JBN). Durante os anos de 2012 a 2016 foram encontrados no JBN 307 artigos publicados, dos quais 249 foram excluídos e 58 atenderam aos critérios de inclusão da pesquisa em questão. Este estudo conseguiu atingir seu objetivo, apresentando um relevante quantitativo de publicações focadas na IRC, onde as temáticas estudadas foram: nutrição, perfil clínico epidemiológico/prevalência, qualidade de vida, fatores de risco, exames diagnósticos, assistência ao paciente, farmacologia, aptidão física, biomarcadores, educação, procedimento técnico e dermatologia.

Se interessou pelo artigo? Clique no banner abaixo para ler o artigo completo:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


Redimensionar Fonte
Contraste